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    <title>Arquivos Audio da "Prof. Teresa"</title>
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    <description>Experimente!</description>
    <language>pt-pt</language>
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    <pubDate>Sat, 26 Jul 2008 11:51:07 GMT</pubDate>
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    <itunes:author>Teresa Pombo</itunes:author>
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    <itunes:category text="Education"/>
    <item>
      <title>CSI - Cromos sob investiga&#231;&#227;o</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625491.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;O v&#237;deo que podem ver aqui &#233; da responsabilidade dos alunos do 8&#186;C da EBICC e dos professores MF (coordenador do Clube de Cinema e V&#237;deo) e SM. 
A partir da dramatiza&#231;&#227;o de algumas anedotas sobre Educa&#231;&#227;o fizeram um filme extraordin&#225;rio que provocou risos do princ&#237;pio ao fim. Aos actores de "CSI -CROMOS SOB INVESTIGA&#199;&#195;O"  e aos professores que souberam despertar o que h&#225; de melhor em cada um de v&#243;s, os parab&#233;ns!!</description>
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      <pubDate>Wed, 07 Jun 2006 14:51:51 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-03-21</dcterms:modified>
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A partir da dramatiza&#231;&#227;o de algumas anedotas sobre Educa&#231;&#227;o fizeram um filme extraordin&#225;rio que provocou risos do princ&#237;pio ao fim. Aos actores de "CSI -CROMOS SOB INVESTIGA&#199;&#195;O"  e aos professores que souberam despertar o que h&#225; de melhor em cada um de v&#243;s, os parab&#233;ns!!</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Di&#225;rio - o exemplo de Zlata</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625492.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A prop&#243;sito de algumas coisas:
- o tempo que passou sem editar este podcast
- o estudo do di&#225;rio como tipologia textual, a an&#225;lise do tom da sua escrita
- a leitura do exemplo do "Di&#225;rio de Zlata Filipovic" a partir dos excertos apresentados no "Prof. Teresa"
- a aquisi&#231;&#227;o de um gravador digital destinado &#224;s entrevistas e &#224;s aulas (vai ser mais f&#225;cil gravar os coment&#225;rios &#225;udio dos aluno: 1. gravar; 2. transformar ou n&#227;o, em mp3, publicar pelo podcast, pela odeo,...)

Decidi ler, sem cuidados especiais, um excerto do mesmo. A qualidade n&#227;o est&#225; m&#225; de todo. 

E voc&#234;s, ouviram e compreenderam?</description>
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      <pubDate>Sun, 04 Jun 2006 09:28:53 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-19</dcterms:modified>
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      <dc:creator>Teresa Pombo</dc:creator>
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- o tempo que passou sem editar este podcast
- o estudo do di&#225;rio como tipologia textual, a an&#225;lise do tom da sua escrita
- a leitura do exemplo do "Di&#225;rio de Zlata Filipovic" a partir dos excertos apresentados no "Prof. Teresa"
- a aquisi&#231;&#227;o de um gravador digital destinado &#224;s entrevistas e &#224;s aulas (vai ser mais f&#225;cil gravar os coment&#225;rios &#225;udio dos aluno: 1. gravar; 2. transformar ou n&#227;o, em mp3, publicar pelo podcast, pela odeo,...)

Decidi ler, sem cuidados especiais, um excerto do mesmo. A qualidade n&#227;o est&#225; m&#225; de todo. 

E voc&#234;s, ouviram e compreenderam?</itunes:summary>
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      <title>Madrugada</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625493.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A minha leitura dos dois primeiros par&#225;grafos do Capitulo I do pequeno grande romance de Jorge Amado "O Gato Malhado e a Andorinha Sinh&#225;, uma hist&#243;ria de amor" que come&#231;o esta semana a estudar com os meus alunos do 8&#186; ano.
A m&#250;sica &#233; "Dance of the flames" do album Budha Bar Nature.</description>
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      <pubDate>Sun, 23 Apr 2006 23:46:27 GMT</pubDate>
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      <dcterms:created>2006-04-23</dcterms:created>
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      <dc:creator>Teresa Pombo</dc:creator>
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    <item>
      <title>Um pedido</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625494.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;S&#243; hoje vi um coment&#225;rio anterior que solicitava um ficheiro com este poema. Penso que n&#227;o seria este mas... esta declama&#231;&#227;o de Jo&#227;o Villaret &#233;, de facto, extraordin&#225;ria e aqui fica. Um bom exemplo para os alunos, pelo menos.


C&#194;NTICO NEGRO

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os bra&#231;os, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho os com olhos lassos,
(H&#225; nos meus olhos ironias e cansa&#231;os)
E cruzo os bra&#231;os,
E nunca vou por ali...

A minha gl&#243;ria &#233; esta:
Criar desumanidade!
N&#227;o acompanhar ningu&#233;m.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha M&#227;e.

N&#227;o, n&#227;o vou por a&#237;! S&#243; vou por onde
Me levam meus pr&#243;prios passos...

Se ao que busco saber nenhum de v&#243;s responde,
Porque me repetis: "Vem por aqui"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os p&#233;s sangrentos,
A ir por a&#237;...

Se vim ao mundo, foi
S&#243; para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus pr&#243;prios p&#233;s na areia inexplorada!
O mais que fa&#231;o n&#227;o vale nada.

Como, pois, sereis v&#243;s
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obst&#225;culos?
Corre nas vossas veias sangue velho dos av&#243;s.
E v&#243;s amais o que &#233; f&#225;cil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes p&#225;trias, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e fil&#243;sofos, e s&#225;bios.
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e c&#226;nticos nos l&#225;bios...

Deus e o Diabo &#233; que me guiam, mais ningu&#233;m.
Todos tiveram pai, todos tiveram m&#227;e;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que h&#225; entre Deus e o Diabo.

Ah, que ningu&#233;m me d&#234; piedosas inten&#231;&#245;es!
Ningu&#233;m me pe&#231;a defini&#231;&#245;es!
Ningu&#233;m me diga: "vem por aqui"!
A minha vida &#233; um vendaval que se soltou.
&#201; uma onda que se alevantou.
&#201; um &#225;tomo a mais que se animou...
N&#227;o sei por onde vou,
N&#227;o sei para onde vou,
- Sei que n&#227;o vou por a&#237;!

Jos&#233; R&#233;gio</description>
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      <pubDate>Fri, 14 Apr 2006 14:36:17 GMT</pubDate>
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      <dcterms:created>2006-04-14</dcterms:created>
      <link>http://profteresa.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Teresa Pombo</dc:creator>
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C&#194;NTICO NEGRO

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os bra&#231;os, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho os com olhos lassos,
(H&#225; nos meus olhos ironias e cansa&#231;os)
E cruzo os bra&#231;os,
E nunca vou por ali...

A minha gl&#243;ria &#233; esta:
Criar desumanidade!
N&#227;o acompanhar ningu&#233;m.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha M&#227;e.

N&#227;o, n&#227;o vou por a&#237;! S&#243; vou por onde
Me levam meus pr&#243;prios passos...

Se ao que busco saber nenhum de v&#243;s responde,
Porque me repetis: "Vem por aqui"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os p&#233;s sangrentos,
A ir por a&#237;...

Se vim ao mundo, foi
S&#243; para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus pr&#243;prios p&#233;s na areia inexplorada!
O mais que fa&#231;o n&#227;o vale nada.

Como, pois, sereis v&#243;s
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obst&#225;culos?
Corre nas vossas veias sangue velho dos av&#243;s.
E v&#243;s amais o que &#233; f&#225;cil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes p&#225;trias, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e fil&#243;sofos, e s&#225;bios.
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e c&#226;nticos nos l&#225;bios...

Deus e o Diabo &#233; que me guiam, mais ningu&#233;m.
Todos tiveram pai, todos tiveram m&#227;e;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que h&#225; entre Deus e o Diabo.

Ah, que ningu&#233;m me d&#234; piedosas inten&#231;&#245;es!
Ningu&#233;m me pe&#231;a defini&#231;&#245;es!
Ningu&#233;m me diga: "vem por aqui"!
A minha vida &#233; um vendaval que se soltou.
&#201; uma onda que se alevantou.
&#201; um &#225;tomo a mais que se animou...
N&#227;o sei por onde vou,
N&#227;o sei para onde vou,
- Sei que n&#227;o vou por a&#237;!

Jos&#233; R&#233;gio</itunes:summary>
    </item>
    <item>
      <title>A Aia</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625495.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Leitura dos primeiros par&#225;grafos do bel&#237;ssimo conto de E&#231;a de Queir&#243;s tendo por fundo musical uma interpreta&#231;&#227;o do concerto para violino de Sibelius por Nigel Kennedy.</description>
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      <pubDate>Fri, 07 Apr 2006 13:50:41 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Teresa Pombo</dc:creator>
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    <item>
      <title>DIA MUNDIAL DA POESIA</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625496.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Ary dos Santos

Original &#233; o poeta 
que se origina a si mesmo 
que numa s&#237;laba &#233; seta 
noutro pasmo ou cataclismo 
o que se atira ao poema 
como se fosse um abismo 
e faz um filho &#225;s palavras 
na cama do romantismo. 
Original &#233; o poeta 
capaz de escrever um sismo. 

Original &#233; o poeta 
de origem clara e comum 
que sendo de toda a parte 
n&#227;o &#233; de lugar algum. 
O que gera a pr&#243;pria arte 
na for&#231;a de ser s&#243; um 
por todos a quem a sorte faz 
devorar um jejum. 
Original &#233; o poeta 
que de todos for s&#243; um. 

Original &#233; o poeta 
expulso do para&#237;so 
por saber compreender 
o que &#233; o choro e o riso; 
aquele que desce &#225; rua 
bebe copos quebra nozes 
e ferra em quem tem ju&#237;zo 
versos brancos e ferozes. 
Original &#233; o poeta 
que &#233; gato de sete vozes. 

Original &#233; o poeta 
que chegar ao despudor 
de escrever todos os dias 
como se fizesse amor. 
Esse que despe a poesia 
como se fosse uma mulher 
e nela emprenha a alegria 
de ser um homem qualquer.

(M&#250;sica: "Sky in the evening" de Kevin Kern)</description>
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      <pubDate>Tue, 21 Mar 2006 14:15:32 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-14</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2006-03-21</dcterms:created>
      <link>http://profteresa.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Teresa Pombo</dc:creator>
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      <itunes:summary>Ary dos Santos

Original &#233; o poeta 
que se origina a si mesmo 
que numa s&#237;laba &#233; seta 
noutro pasmo ou cataclismo 
o que se atira ao poema 
como se fosse um abismo 
e faz um filho &#225;s palavras 
na cama do romantismo. 
Original &#233; o poeta 
capaz de escrever um sismo. 

Original &#233; o poeta 
de origem clara e comum 
que sendo de toda a parte 
n&#227;o &#233; de lugar algum. 
O que gera a pr&#243;pria arte 
na for&#231;a de ser s&#243; um 
por todos a quem a sorte faz 
devorar um jejum. 
Original &#233; o poeta 
que de todos for s&#243; um. 

Original &#233; o poeta 
expulso do para&#237;so 
por saber compreender 
o que &#233; o choro e o riso; 
aquele que desce &#225; rua 
bebe copos quebra nozes 
e ferra em quem tem ju&#237;zo 
versos brancos e ferozes. 
Original &#233; o poeta 
que &#233; gato de sete vozes. 

Original &#233; o poeta 
que chegar ao despudor 
de escrever todos os dias 
como se fizesse amor. 
Esse que despe a poesia 
como se fosse uma mulher 
e nela emprenha a alegria 
de ser um homem qualquer.

(M&#250;sica: "Sky in the evening" de Kevin Kern)</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Musica do Renascimento : Machaut</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_625497.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Imagem:
 "Vasco da Gama na Ilha dos Amores" 
de Vieira Portuense [1765-1805]</description>
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      <pubDate>Wed, 08 Mar 2006 19:43:17 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-15</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2006-03-08</dcterms:created>
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 "Vasco da Gama na Ilha dos Amores" 
de Vieira Portuense [1765-1805]</itunes:summary>
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      <title>A prop&#243;sito do epis&#243;dio do &amp;quot;Adamastor&amp;quot; (&amp;quot;Os Lus&#237;adas&amp;quot;, V, 37-60)... o poela &amp;quot;Mostrengo&amp;quot; de Fernando pessoa (in &amp;quot;Mensagem&amp;quot;)</title>
      <description>&lt;img src="http://profteresa.podOmatic.com/mymedia/thumb/7001/0x0_730242.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;[azulejo de Sabina Direitinho]</description>
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      <title>Epis&#243;dio 2 de &amp;quot;Robindon Crusoe&amp;quot; (apresenta&#231;&#227;o)</title>
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      <title>Podemos treinar o Franc&#234;s?</title>
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